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Sexualidade Contemporânea

Uma passada pelas bancas de revista e pronto! Lá estão as publicações femininas com suas capas abordando assuntos que tratam das questões da sexualidade, sedução, paquera, beleza e outros assuntos desse gênero. Este é um dos temas prediletos da mídia, assim como a libertação sexual, a ampliação dos direitos sexuais femininos ou os problemas constantes como falta de orgasmo e libido. Quando estão no grupo de amigas, as mulheres adoram falar sobre suas questões pessoais e com certas amigas falam inclusive sobre sua vida sexual, com detalhes, dúvidas, trocando experiências tanto boas quanto ruins.

 



 

Porém quando falamos do comportamento masculino tudo isto é diferente. As revistas voltadas para os homens têm como temas assuntos gerais como negócios, carros, esporte e sexo. Este último tema é geralmente tratado através de fotos de mulheres nuas ou de sexo explícito, em que o aspecto da sexualidade enfatizada é o da performance sexual, sempre com impessoalidade. No grupo de amigos é só curtição! Brincadeiras e papos, divertidos, mas gerais. Os homens quase nunca ou nunca colocam em discussão suas vidas pessoais, muito menos suas vidas sexuais. Quando falam de sexo, geralmente é de forma exagerada ou bastante estereotipada. Falam sobre mulheres, principalmente sobre aquelas com quem tiveram relações mais superficiais, poucas vezes sobre aquelas com as quais realmente estão envolvidos afetivamente.
Uma conversa, muitas vezes, de personagens criados para se sustentarem em uma sociedade ainda machista e esmagadora.

 



 

Sexo, sexual, sexualidade
Como descreveria sua vida sexual hoje?

Ela é normal?

E se ninguém fosse escutar ou ler o que tem a dizer, a descrição seria a mesma?

Quanto tempo de sua vida gasta pensando em ou tentando satisfazer suas pulsões sexuais? Por que gasta o tempo que gasta, e não mais ou menos?

Como surgiram seus padrões de comportamento sexuais?

O quanto ter uma vida sexual abaixo ou acima de suas expectativas impacta seu dia a dia?

O que te faz gozar?

Quais estímulos e fantasias realmente mexem contigo, independente do quão condenáveis ou condicionados possam ser?

A sua maneira de pensar, se expressar e desejar sexualmente foi aprendida cultural e socialmente. Em quais situações, com quem e de que modo mais aprendeu aquilo que sente, acredita e vive sexualmente?

Há tensões entre o que acredita e o que pratica? Sente que poderia aprender outros modos de pensar e se relacionar sexualmente?

O que espera sexualmente de uma pessoa com a qual vá se relacionar?

O quão exigente você realmente é nas expectativas sexuais que tem consigo?

Pra você, quais pensamentos, desejos e fatos relativos a sua vida sexual não revelaria nem no leito de morte?

Qual o impacto que não conversar sobre isso tem sobre sua vida?

Respostas difíceis, não? Mas extremamente necessárias de serem pensadas, discutidas e praticadas.

Principalmente em tempos de internet na qual o sexo e suas variantes nunca estiveram tão perto e tão longe ao mesmo tempo.

Vamos abrir essa caixa?

 



 

Nossa vida sexual ainda é uma caixa preta
51% dos brasileiros está frustrado na cama. 62% dos homens já experimentou dificuldade em manter sua ereção.

Esses dados vieram de uma pesquisa na qual 89% das pessoas estavam em união estável. Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, autora do livro "Descobrimento Sexual do Brasil", o grande problema sexual dos brasileiros é a falta de diálogo.

Pois veja só, quando o assunto é sexo, fala-se pelos cotovelos e dizendo quase nada. A postura oscila entre um quê de político com popstar: meio que sai pela tangente, meio que se exibe.

Ao invés de mergulhar, as pessoas têm ficado na superfície, ali na areinha da praia, onde é mais seguro e não tem tubarão.

Não é para menos, a cultura latina-macho--contemporânea brasileira coloca na janela um grande dilema. Diz para todos expressarmos nossa sexualidade de maneira impetuosa, segura e potente ao mesmo tempo em que define como fazer isso.

De um lado, os homens devem ser garanhões na cama, guerreiros lá fora e sensíveis quando necessário.

Do outro, espera-se que as mulheres sejam putas no quarto, aguerridas na rua e amélias em casa.

Os juízes desse dilema são a trinca do desespero: nossa consciência, a pessoa do outro lado (quando nos relacionamos) e "os outros".

Não dá para falar em expressão sexual livre e potente junto de parâmetros definidores para isso, dependentes de nosso gênero. Se a expressão é livre, não tem regras. Se tem regras, não é livre.

Exigir ambos é travar a todos numa posição terrível de ansiedade e cobrança.

No meio desse arrazoar todo, o campo segue vazio. No máximo o homem se dispõe a jogar uma pelada mais solta com os amigos, aquela conversa desbocada, não necessariamente sincera. As mulheres juram que estão felizes na cama para as amigas enquanto que na verdade... No final das contas, ficamos mesmo é brincando de faz de conta. O mocinho e a mocinha. Até quando?

Todos dizemos o que não queremos tentando transparecer algo que nos faça parecer mais interessantes pela perspectiva do que supostamente acreditamos ser mais valorizado.

É esse o nosso filtro interno em conversas sobre sexo. Como se colocássemos uma máscara de gás acoplada a um óculos de grau ao tentar falar. Sai tudo distorcido.

 



 

O super homem frágil
O homem nesse jogo de faz de conta é ainda um grande refém da imagem de parecer com super homem, bem dotado, que goza litros e sabedor de todas as questões referentes ao sexo. E isto é tão terrível quanto uma mulher ter sua sexualidade reprimida.

Essa obrigação dos homens de se verem obrigados a corresponder a uma imagem de super heróis tem sido uma enorme fonte de angústia. Já que além de serem os melhores na cama, têm que ser os melhores em tudo: no trabalho, com os amigos, família, etc.

É verdade que as coisas têm mudado e alguns homens já podem mostrar sensibilidade, dúvidas e dificuldades sexuais, sem serem considerados "frouxos". Mas isto ainda é tão complicado, que a propaganda em que Pelé tratava de um assunto como dificuldade de ereção virou uma grande piada. É assim que os homens têm tratado de suas vidas sexuais, como uma grande brincadeira, sem importância e o homem que se arrisca em falar sobre suas dúvidas e dificuldades vira motivo de chacota.

Como resultado disso temos o sexo masculino liderando as estatísticas mundiais de suicídios, de mortes violentas e de envolvimento com álcool. De cada quatro dependentes de drogas em todo o mundo três são homens. Dados do Ministério da Saúde revelam que dos 6.985 suicídios ocorridos no Brasil em 1998, 5.530 foram cometidos por homens. Os homens vivem, em média, dez anos menos que as mulheres. E também são os mais acometidos por doenças cardiovasculares, crises de hipertensão, diabetes e obesidade. Além do aumento de problemas relacionadas ao sexo: impotência, ejaculação precoce, dentre outros.

Está na hora dos homens assumirem que têm dificuldades, falando sobre si mesmos e isto não é parecer frágil e vulnerável: é apenas ser humano! Pense nisso!

Estamos em um momento que o faz de conta não se sustenta mais. Precisamos tirar o figurino dos personagens que criamos e encarnamos nós mesmo. Para assim podermos pensar, sentir, falar e agir conforme nossos mais profundos sentimentos.

O processo de autoconhecimento é um passo. Aqui eu sou um instrumento desse querer se conhecer, de saber o que seu corpo diz e como sua sexualidade se manifesta e interfere na sua vida.

Aqui no espaço Andréia Souza Terapias Tântricas e Reeducação Sexual te conduzo, através de técnicas especiais e contemporâneas, a controlar a ansiedade, o estresse e a melhorar sua vida sexual.
Conhecer o seu corpo e sua percepção sensorial de excitação o libertará de frustações e te dará em troca o prazer real e a sensação prolongada de bem-estar.

Para você se inteirar ainda mais do assunto separei uma coletânea super interessante de vídeos pra lá de prazerosos sobre sexo, sexual e sexualidade!

Aperte o play, relaxe e goze!


Desejo sexual masculino e feminino o que é próprio de cada um
Por Carmita Abdo, psiquiatra e o médico urologista João Afif Abdo.
Ao longo da vida, conforme passam por diferentes experiências, homens e mulheres vão construindo um repertório sexual próprio, e a forma como o seu desejo se manifesta em cada fase vai mudando. A ideia de que o desejo não funciona da mesma forma para homens e mulheres parece já aceita, mas ainda há desafios na busca por uma vida sexual satisfatória tanto para elas quanto para eles.

 

Homem sensível ou macho jurubeba
Por Xico Sá
O homem de agora não é igual ao homem de antes. Depois que as mulheres saíram de casa, tomaram as rédeas e exigiram seus direitos, o macho jurubeba - patriarcal, provedor, senhor do lar - entrou em extinção. Mas o que tomou o seu lugar? O homem sensível? O homem metrossexual? O homem fofo? O cronista Xico Sá discute os novos homens e as novas mulheres, e debate como o macho contemporâneo pode lidar com essa realidade tão nova e diferente.

Modas e modinhas da sensibilidade masculina
Por Xico Sá
Sai de cena o macho caricato para dar espaço a uma figura tridimensional, mais complexa, interessada na paternidade, no romance e nos cuidados com a casa. O rei do lar é a figura masculina revolucionária que não foge dos desafios caseiros e descobre as vantagens de fazer as prendas domésticas.

Malícia - Casamento entre humor e o amor
Por Fabrício Carpinejar
O novo homem: passeia por cada cômodo, brinca com as diferenças entre ele e sua mulher e destrói condicionamentos do sexo e do amor. Até que ponto o humor pode ser uma estratégia inovadora para a construção dos novos papéis masculinos no interior das famílias contemporâneas?

O Mito do sexo
Por Márcia Tiburi
Por que o sexto se transformou num mito? O que o sexo vem responder?
Será o sexo a própria resposta?

Patologias contemporâneas: ansiedade, pânico e compulsões
Por Fernanda Pacheco Ferreira, psicanalista e doutora em psicologia clínica
Os transtornos de ansiedade, pânico, fobia e compulsões tornaram-se tão frequentes a ponto de serem tomados como uma espécie de marca registrada da contemporaneidade.

A castidade impossível, a luxúria maldita
Por Luiz Felipe Pondé
A luxúria é um dos pecados mais sérios. Através dela nos perdemos na escravidão do desejo pelo corpo. A castidade (que não deve ser confundida com virgindade) é o correto uso do desejo pelo corpo. A imagem mais comum da perda da castidade é a pessoa que faz sexo sem amor, a mulher fácil, o homem promíscuo. No mundo contemporâneo, a luxuria se confunde com a liberdade sexual, mas passada a euforia, nos perguntamos: o excesso no sexo é sempre infeliz?.
Em síntese, pode haver amor verdadeiro num sexo oral feito no banheiro de um restaurante?

A separação entre amor e sexo: A fragilidade do tesão
Por Flavio Gikovate
Por mais que nossa sociedade proclame a importância do desejo sexual, ela sente o tesão como vulnerável, sucumbindo rapidamente à rotina. Pior ainda quando, além da rotina, sentimos medo das crises. Como, então, preservar esse sentimento-sensação precioso contra ameaças internas e externas? Podemos manter acesa a chama do erotismo, mesmo em tempos adversos?



O que está por trás do sexo?
Um bate-papo descontraído, leve e interessante sobre sexo em tempos modernos.

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