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Anorgasmia

A desigualdade de orgasmos entre homens e mulheres não é apenas um problema individual. 75% dos homens chegam regularmente ao orgasmo em relações sexuais com suas parceiras, mas somente 29% das mulheres o conseguem.

Dois terços das mulheres têm orgasmos de vez em quando ou nunca. Mas a desigualdade no orgasmo, embora reconhecida, raramente é discutida. Simplesmente é aceita como sendo a maneira como o sexo é.

Durante séculos, a mulher foi privada do orgasmo, por ele não estar vinculado à procriação. Só mais tarde, o orgasmo feminino foi admitido, mas com muita cautela. E a mulher que atingia o gozo sem amor era tida como ninfomaníaca.

A impossibilidade de atingir o orgasmo é chamada de Anorgasmia e é a mais frequente das disfunções sexuais femininas. As estatísticas apontam que há apenas 25% de mulheres orgásticas e 75% de mulheres que apresentam algum tipo de dificuldade em alcançar o orgasmo.

 



 

Entretanto, nossa experiência comprova que todas as mulheres são capazes de ter orgasmos, a não ser que estejam sofrendo de alguma doença neurológica e disfuncional, endocrinológica ou ginecológica, que tenha destruído ou comprometido a base física do orgasmo. A maioria das causas é de natureza psicológica ou de inabilidade e desconhecimento, sua ou de seu parceiro (a) em lidar com o seu corpo.

 



 

Fatores psicológicos que podem inibir o orgasmo
» Tabus e preconceitos que comprometem uma participação ativa no ato sexual;
» Desconhecimento do próprio corpo e do corpo do parceiro;
» Cada um dos parceiros deve aprender a conhecer o seu próprio corpo e desenvolver a habilidade de expressar adequadamente as condições e os estímulos que o favorecem em direção ao orgasmo;
» Conflitos inconscientes evocados pelas sensações eróticas;
» Sensações de culpa em relação à sexualidade;
» Medo da entrega ao parceiro;
» Hostilidade ao parceiro;
» Medo de se entregar às sensações fortes e desconhecidas (a excitação só chega até certo ponto, não permitindo alcançar a fase de platô, que é o nível máximo de excitação necessário para desencadear o orgasmo);
» Preocupação excessiva em alcançar o orgasmo, o que gera ansiedade, impedindo o relaxamento, indispensável para desencadeá-lo.
» Algumas mulheres tendem a negar a importância do orgasmo em um esforço para se adaptar à disfunção, usufruindo apenas dos aspectos não orgásticos da relação. Ao serem repetidamente frustradas durante algum tempo, acabam ficando desinteressadas por sexo.

 



 

Em alguns casos, a angústia da mulher por sua incapacidade de atingir os orgasmos, antecipa o fracasso quando começa a fazer amor, ocasionando perturbação suficiente para originar uma frigidez secundária ou ausência geral de resposta sexual, que não poderá ser completamente restaurada, a menos que ela aprenda a liberar seu reflexo orgástico inibido.

As relações não têm favorecido o orgasmo da mulher

Os homens têm muita responsabilidade sobre o orgasmo da mulher. Estudos comprovam que 80% das vezes o homem penetra a mulher antes que ela esteja devidamente pronta e preparada para o ato sexual. No ato sexual convencional, o homem privilegia a penetração e desenvolve aspectos obsessivos compulsivos, gerando muita ansiedade para penetrar logo. A maioria dos homens se prende ao mito da masculinidade, entrando no ato sexual como se estivesse cumprindo a missão de defender as atitudes machistas que lhes foram erroneamente passadas pelos modelos masculinos dos seus ancestrais e reforçados pela ignorância social que permeia o assunto - provar que é "macho".

Agrega-se a isso o pavor que os homens possuem de "falhar" na "hora H", do pênis não se manter ereto, de se imaginar "avaliado" em sua performance, como se o seu comportamento fosse julgado por uma banca examinadora. Ou de se vangloriar por atuações, quase sempre medíocres, por desconhecer completamente os aspectos anatômicos e fisiológicos da vagina ou dos reflexos neurofuncionais do corpo da mulher, sendo incapazes de perceber as reações da mulher aos seus estímulos.

Os homens não ainda não sabem compartilhar a troca de prazeres eróticos que aos poucos dinamizam e potencializam a energia, abrindo caminhos para que os receptores dos neurotransmissores propiciem as condições para que o orgasmo feminino aconteça. Os homens estão submetidos à expressão primitiva do sexo, que determina que a expulsão do esperma aconteça o mais rápido possível. A frequência do vai-e-vem do pênis é rápida, a penetração é profunda, o ritmo frequente, a atenção fica concentrada na vagina, até que rapidamente, em pouco tempo, o homem ejacula, sem que a mulher experimente minimamente o prazer, a ponto de fluidificar e produzir a emoliência de seus músculos intravaginais e a produção dos hormônios responsáveis pelo orgasmo.

No Tantra, os adeptos aprendem que a penetração só é recomendada após a comprovação das respostas fisiológicas que ocorrem na vagina. Ensinamos aos adeptos como obter orgasmos sucessivos de diferentes platôs. Após a fase de fluidificação e emoliência total, eles finalmente podem realizar a penetração do pênis de forma lenta e circular, sem a característica ansiedade compulsiva do sexo normótico. A penetração circular, lenta e constante, permite o contato com toda a parede vaginal em sua profundidade, inclusive nos pontos internos que possuem inervação com o clitóris, como a Glândula de Grafenberg (ponto G). Existem procedimentos concomitantes, através dos quais é possível à mulher experimentar orgasmos também em conjunto com a penetração.

Na relação a dois, quando o homem se dedica, com cuidados especiais, a levar a sua parceira a experimentar as fases dos "altos platôs", ele contribui para a elevação do prazer e a culminância do orgasmo, a níveis mais elevados, levando a mulher a experimentar o estado de supraconsciência. Existem estatísticas que demonstram que mulheres que praticam o sexo com uma parceira feminina levam grande vantagem sobre os parceiros homens - gozam em 83% das vezes. Fica caracterizado então que o grande problema resume-se à forma como o sexo heterossexual é praticado e ao fato dos homens desconhecerem totalmente o corpo feminino e as necessidades dos estímulos específicos e adequados que as mulheres necessitam.

 



 

O sexo é um aprendizado

As mulheres não são menos orgásticas que os homens, pelo contrário. Elas são fisicamente capazes de múltiplos orgasmos, orgasmos secos e até mesmo ejaculações que ocorrem em concomitância com o orgasmo. Homens e mulheres precisam investir na experimentação e no seu desenvolvimento sensorial, explorando as características de prazer não só das partes erógenas do seu corpo, mas também em outras áreas dos sentidos.
Esses novos pontos sensoriais podem ser acordados depois de um determinado período de estimulação. Nós aprendemos que é necessário um certo tipo de estimulação, no local específico e no tempo adequado. Os parceiros precisam conhecer esses pontos erógenos e se dedicar a produzir os estímulos corretos, no período de tempo apropriado, para que os resultados da excitação possam se expandir até a eclosão do orgasmo.
Em muitos lugares ainda prevalece a idéia de que o prazer sexual não foi inventado para a mulher, só para os homens. Em muitos países mulçumanos, por exemplo, extirpam-se o clitóris das meninas, numa tentativa de que não entrem em contato com o prazer sexual.
Os homens que se libertaram do mito da masculinidade e conseguiram penetrar na atmosfera feminina, entenderam que é importante que suas parceiras alcancem maior qualidade de orgasmo e de prazer, para desfrutarem de um relacionamento saudável e amigável, sem as neuroses convencionais que são um obstáculo para a perpetuação das boas relações.

Mulheres fingem o orgasmo?

É muito grande o número de mulheres que fingem o orgasmo como uma forma de agradar aos seus parceiros. Falta-lhes a autenticidade do prazer e, consequentemente, os homens não mudam o seu comportamento conformista em relação às suas incapacidades e limitações, de proporcionar qualidade sexual aos seus relacionamentos.
É muito raro encontrar uma mulher que nunca tenha fingido um orgasmo. 35% das mulheres fingem sistematicamente por razões distintas, para não serem consideradas frias e incapazes, ou para não decepcionar seus parceiros.

 



 

E o homem, também sofre de ausência de orgasmos?

A forma mais comum de ausência de orgasmos masculina é a disfunção erétil, também conhecida como impotência sexual. Ela se define pela incapacidade de obter ou manter uma ereção e é a disfunção sexual mais comum.
Existem causas psicológicas e orgânicas. Na década de 90, as pesquisas em busca de soluções do problema chegaram ao sildenafil, comercializado com o nome de Viagra. É um medicamento administrado por via oral que facilita a ereção, mas é necessário que haja o estímulo ou o desejo sexual, senão a ereção não acontece.

Sempre que se fala na ausência do orgasmo, logo se pensa na mulher. Em muitos casos, pode ocorrer também que, muitas vezes, apesar da ereção ocorrer normalmente, um homem também pode não obter o orgasmo numa relação sexual. É mais ou menos recorrente que alguns homens tenham uma inibição do reflexo ejaculatório, definida como ejaculação retardada, identificada como uma demora demasiada e muitas vezes compulsiva, caracterizada por dificuldades em se obter a ejaculação e o orgasmo.

O homem associou o orgasmo ao reflexo ejaculatório, apesar deles sobrevirem distinta e independentemente. Pode ocorrer um orgasmo - ou mesmo orgasmos múltiplos, sem ejaculação, assim como podem ocorrer ejaculações sem a ocorrência de orgasmos. Até mesmo pênis flácidos são passíveis de ejaculação com ou sem presença espermática. Isso é desconhecido ao homem comum. Existem diferentes tipos de orgasmo para homens e para mulheres. Os mais comuns e frequentes são os de natureza psicogênica, que necessitam da estimulação da fantasia e da imaginação. Esses orgasmos foram condicionados no corpo em função da masturbação.
Os orgasmos mais intensos são os que são experimentados depois que as manobras bioelétricas são desencadeadas no corpo através da Sensitive Massagem. Esses orgasmos bioelétricos, que afetam os músculos em suas cadeias musculares, causam um desencadeamento frenético de impulsos, articulados em direção ascendente, até o alto da cabeça.

Esses orgasmos, identificados como Orgasmos de Vale, são os orgasmos oferecidos na massagem tântrica, que tem como base a estimulação de pontos-chave que intensificam a produção dos hormônios responsáveis pela explosão neuro-muscular reflexa, que se espalham pelo corpo numa alta dosagem de eletricidade orgástica. Os médicos, psicólogos e psiquiatras tendem a menosprezar a importância do orgasmo. Mesmo porque, para eles não há muito que fazer no sentido de orientar os pacientes a uma prática sexual saudável que implique no perfeito entrosamento dos casais. Existem questões éticas que impedem a orientação adequada, somando-se também a ausência e/ou desconhecimento de procedimentos terapêuticos adequados para a solução do problema.

Proponho a você a experiência do orgasmo terapêutico. Um orgasmo oferecido com base no desenvolvimento de aptidões sensoriais sem a conotação sexual. Milhares de pessoas, homens, mulheres e casais já passaram pela experiência de viver o orgasmo oferecido por meio do Tantra.

 



 

Qual o tratamento para Anorgasmia?

O terapeuta sente as áreas de menor reação e conduz os estímulos de tal forma que sensibiliza as áreas congeladas e neutras, restaurando a sensibilidade e os reflexos musculares. O corpo responde com sinais fisiológicos que são identificados pelo terapeuta.
Com movimentos cadenciados e reflexos, nosso processo terapêutico vai "abrindo o caminho" para que o percurso das informações sensoriais possa alcançar o cérebro e o centro de decodificação do prazer. Em muitas pessoas - homens e mulheres, esse percurso é comprometido por estruturas de crenças que afetam a qualidade das transmissões sensoriais e motoras, responsáveis pela nossa percepção e pela produção de material orgânico em resposta aos estímulos.
No orgasmo, os principais componentes orgânicos são os hormônios.
Sem a produção e a intensificação dos hormônios, não há prazer, e tampouco as respostas sexuais necessárias para produzir a experiência de orgasmo. Meu trabalho atua em duas linhas: a primeira, na produção hormonal adequada e a segunda, na ativação das vinculações neuronais que restauram o bom funcionamento de músculos e glândulas associadas ao prazer sexual.

Aqui no espaço Andréia Souza Terapias Tântricas e Reeducação Sexual te conduzo, através de técnicas especiais e contemporâneas, a controlar a ansiedade, o estresse e a melhorar sua vida sexual. Conhecer o seu corpo e sua percepção sensorial de excitação o libertará de frustrações e te dará em troca o prazer real e a sensação prolongada de bem-estar.

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Valor: R$ 190,00 (60 minutos)
Por gentileza: pagamento somente em dinheiro
Aviso - Não é uma massagem sexual.
Andréia Souza | Massagem Tântrica & Reeducação Sexual | Porto Alegre

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